O Depoimento de Alice

julho 13, 2008 by

Não é bem da Alice, mas foi por causa dela que nós começamos toda essa brincadeira.

Enfim.. quase um ano depois de começarmos o blog, quase seis meses depois da nossa apresentação, venho aqui – finalmente – contar como foi nossa saga.

Começamos nosso TCC, por um lado, motivados e super alegres pois era o tema que queríamos fazer o nosso querido Trabalho de Conclusão de Curso. Desde o terceiro semestre da faculdade decidimos que era Alice que iriamos discutir durante o ultimo ano de faculdade (os primeiros 6 meses a parte teórica e os ultmos 6 meses, a parte prática).

Por outro lado, estávamos extremamente chateados (para não dizer p***s), com as mancadas, desentendimentos e descomprometimento do restante do grupo com o trabalho. Para quem pegou o blog na metade do caminho, talvez não saiba, mas nosso grupo tinha seis pessoas, que achávamos que conhecíamos muito bem e pareciam capacitadas para fazer o trabalho junto conosco, mas isso ficou provado, não só pelo fato de nós (eu e Flávio), termos coragem o suficiente para deixá-los para trás e fazer o TCC em dupla – o que é totalmente contra o regulamento da nossa faculdade (inclusive tivemos que assinar um documento, falando que, teoricamente, estávamos nos responsabilizando pela nossa DP) – mas também pela irresponsabilidade dos restantes, que, uma semana antes da apresentação desistiram da faculdade (sim, UMA semana… Sete dias).

Enfim.. sabíamos que o andamento do trabalho nao seria nada fácil. Afinal estávamos em dois e ainda tinhamos as horas de estágio para completar. O trabalho deu as maiores reviravoltas imagináveis. O curso: Design com Habilitação em Tecnologias Digitais e Interativas.. por aí já dá pra perceber as inumeras e restritas possibilidades que tínhamos.

A primeira idéia que tivemos – ainda nas férias –  foi fazer trabalhos com Paper Toys (o Zorze, ali do lado é um exemplo). Para isso, fizemos MUITA, mas MUITA pesquisa… não era só fazer uma coisa bonitinha e interativa para ficar na web.. tinha que ter a ver com o conceito do trabalho.. que na nossa visão era: A história de Alice era só conhecida na superfície e nós iríamos desvendar o interior dela.. por isso os toys iriam ter duas faces.. a externa como é conhecida pelo geral e a interna, a nossa versão. Conhecemos pessoas MUITO legais, inclusive Carlo Giovani, que trabalha só com isso. Vocês já devem ter visto muitos trabalhos dele por aí, na abertura do Gordo Freak Show, em revistas da Editora Abril e da MTV, na Banca de Camisetas, comercial da Elma Chips e também em um série especial para o Fantástico, da Rede Globo. Super simpático e prestativo, ele abriu o estudio dele para nós e nos ajudou muito. Nos ensinou sobre como o papel funciona, como ele começa o projeto dos toys e deu uma pancada de livros para ag estudar. Acompanhamos uma parte do projeto da Banca de Camisetas e conhecemos o Zorze também. Fizemos tudo direitinho, mas nossos orientadores não curtiram a idéia. Tivemos que abandonar a idéia e partir para outra. Afinal, não dava para ficar pensando na morte da bezerra enquanto o tempo passava.

Mudamos de idéia radicalmente e decidimos fazer montagens. Montagens normais, mais muito bem feitas (que eu ia colocar a uma foto aqui para vocês verem, mas eu não sei aonde eu coloquei o CD!). Mas foram as imagens que colocamos na proposta de design (ver AND THAT IS HOW DESIGNERS DO!). Estava tudo lindo!

Mas descobrimos depois que estávamos “presos ao horizonte”. Poxa! Mas que coisa! Agora tinha que ser tudo sem cima, sem baixo, sem lados, sem pé, sem cabeça, sem nexo, sem noção, sem sentido, porém nonsense! Mais noites sem dormir, mais idéias no papel, mais estudos no computador, mais cansaço, mais motivação, mais vontade de terminar e de fazer o nosso melhor (o que ag normalmente faz). Só que ag travou. Travou mesmo. Nós estávamos fazendo coisas legais, mas não no nível que os professores costumavam ver nossos trabalhos.

Faltavam mais ou menos duas semanas para a finalização do trabalho. A parte digital nao estava pronta. Nem a gráfica. Nem os painéis. Nem o artigo científico. Mas ag tava indo! O visual estava indo tb, ficando bonito, mas não 100%. Ainda precisávamos fazer o Plano de Negócios, o que é basicamente criar uma empresa (fictícia), para que, se algum bobo do grupo quiser montar uma empresa um dia depois da apresentação, pode, porque já está tudo encaminhado. Fizemos então a DOT DESIGN (logo ao lado tbm!), escolhemos um lugar pra ela funcionar, quanto funcionarios ia ter, elaboramos uma identidade visual, fizemos varias planilhas, com custos de equipamentos, funcionarios, materiais e tudo o que é possivel para se abrir uma empresa. Afinal, isso era 20% a mais ou a menos da nota do TCC!

Também precisávamos fazer uma peça gráfica, escolhemos então explorar os diversos tipos de papel (vocës não imaginam quantos ag conseguiu). Então fizemos uma peça meio maluca, com um monte de papel, que o usuário (sim, pode ser vocë tbm!), pode pegar vários tipos de papel (fosco, laminado, brilhante, transparente, com imagem, com texto, com sombra) e colocar do jeito que quiser. Montando sua propria historia, que faz sentido pra vocë. Nao necessariamtene para o outro, mas para vc faz. Isso tem um quê de nonsense.

Finalizamos o visual. Finalizamos a peça gráfica. Finalizamos o plano de negócios. Finalizamos os painéis (que não foram tão trabalhosos quanto ag imaginava). O site estava 99.9% finalizado. Aliás. Ainda está.. porque como a nao entende de PHP nem de ASP, ag foi sincero com os professores e falamos que nao ia rolar.

Chegamos no dia da apresentação. Dia 07 de Dezembro de 2007!

Éramos o segundo grupo a apresentar. Porém o outro grupo (que fez sobre Cidade de Deus), atrasou, então tivemos que ser os primeiros (afinal, só tinham 4 grupos na sala, como um ja tinha apresentado e outro havia desistido.., tchanam! sobrou pra nós!). Daí foi!

Medo demais. Ansiedade demais. Todos os professores ali. Olhando pra gente. Ag não sabia o q eles iam achar. Ag nao sabia como ia ser. Ag só queria terminar a apresentação e sentar na frente deles pra ver o que ia ser!

O Flávio fez a apresentação certinha. Eu fiquei no computador. Tudo beeeem que eu tava nervosa e dei uns clicks sem querer e acabei mudando de página! Mas abafa. =P

Quando chegamos ao final, esperamos o veredito:

Primeiro foi o professor Alvaro Gregorio, que dava Plano de Negócios. Ele falou muito bem do trabalho online e do offline também. Gostou do visual, da interatividade, do funcionamento, do geral! E falou pra todo mundo ouvir que nosso plano de negócios estava perfeito. Tanto no formato quanto no  conteúdo, que finalmente alguem tinha feito bem feito! AE! E o ego foi pro alto, né!?

Depois foi o professor de Direção de Arte, Alvaro Guillermo. Ele que nos amparou nos momentos de tristeza e que nos deu embalo pra continuar quando ag pensou que nao ia conseguir. Enfim. Ele começou fazendo uma comparação entre nós e a delegação da Africa do Sul nas Olimpíadas. Sabe quando está na cerimônia da abertura, que entram todas as delegações, daí chega aquela com pouquissimas pessoas? E depois nos jogos, você fica torcendo pra eles ganharem pq eles sao a unica esperanca de levarem o titulo pra casa? Então! Ag foi mais ou menos assim! Ele disse que ag foi bem fiel ao nosso trabalho e que estava torcendo por nós. Tudo estava certinho e que a faculdade teria que ver os conceitos de formação de grupo…

Daí foi a vez da Mércia, professora de Web (xi.. desculpa! não lembro o nome da matéria). Ela também elogiou bastante e só perguntou se ag nao sabia fazer site em fullscreen! Claro que ag sabe! Ag só nao quis colocar! =P

Dos orientadores e da cordenadora do curso que veio a maior surpresa! Eles elogiaram também! Só criticaram que nos cds nao estavam nossos nomes! Bobinhos! Mas o restante eles gostaram bastante também. Falaram dos nossos altos e baixos, que ag é criativo e tal.. que ag não deixou se abalar e tal! Foi muito bom ouvir isso deles. Era deles que ag estava com mais medo. E no final deu tudo certo!

Uma semana depois veio a nota e, depois dessa banca, ag só esperou concluir a faculdade. e para nossa surpresa, olha só: concluímos! Agora somos designers! E muito felizes! E com muito orgulho! E com muito suor!

Tanto que nos formamos que nao temos mais vida, nem tempo pra nada. Dia de semana, ag trabalha. Final de semana, ag faz freelas. Para vocês verem, esse ano nós só nos encontramos na colação de grau! É tá difícil! Falando nisso, miiil desculpas pela demora! Quase seis meses! Ninguém merece mesmo MAAAL! Todo mundo vai ganhar chocolate agora!

Enfim! Vocës querem é saber do nosso trabalhinho lindo do coração que transformou ag em gente grande, ne!? Poisé. ele se chama Alisense um pormenteau (ver Portmanteau) de Alice com Nonsense.

Estava disponivel num dominio proprio, porém, expirou e agora está no meu dominio www.marianatoledo.com/alisense

Esperamos que vocês gostem. Qualquer comentário do site, por favor, aqui… porque na parte de contatos do proprio site ag nao recebe – mesmo!

Se você chegou até aqui, parabéns! Acho que eu nao conseguiria ler tudo isso!

Mas muito, muito, muuuuito obrigada mesmo por todo o apoio que vocës deram para nós! Pode não parecer, mas vocês também faziam ag querer continuar nas horas que ag achava que não dava mais!

Valeu pelo apoio!

O projeto é continuar o blog.

No próximo post eu faço um apanhadão dos filmes que ag postou aqui e não passou o link pra vocês!

BEEEEIJO!!!

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Alice Checa

dezembro 1, 2007 by

Esse trecho q eu vim postar eh d um filme tcheco de 1988 feito por um cara de nome complicado, Jan Švankmajer. O filme, completamente surrealista, mistura animação stop motion com uma menininha atriz, Kristýna Kohoutová. Essa adaptação busca muito menos uma releitura da obra de Carroll e muito mais uma “nova versão” bem original, então o diretor se deu muita liberdade pra criar a sua interpretação de Alice no País das Maravilhas, fazendo do filme um clima bem mais sombrio e pesado do que qualquer outro q ja foi feito.

Alice vê o Coelho Branco se soltar da base aonde ele estava pregado (ah! o Coelho está empalhado, viu) e vai atrás dele, e acaba entrando dentro de uma gaveta, que é na verdade o País das “Maravilhas”  (eh um país muuito bizarro isso sim!), cheio de criaturas que são na vdd misturas de bichos mortos com objetos, e até Alice quando diminui de tamanho se transforma em uma boneca de porcelana. No final das contas, eh tudo muito ambigüo e nao se sabe se oq aconteceu com Alice foi real ou ela estava mesmo sonhando.

Foi dificil de achar esse filme pra download, e eu nao coloco o link aqui por razões obvias… mas pelo menos curta esse trechinho:

E FALTA SÓ UMA SEMANA PRA APRESENTAR O TCC!!!

O cactus de Lewis Carroll

novembro 28, 2007 by

BoojumA península Baja, que é uma extensão de terra (bastante grande) q, digamos, se soltou do México ha uns quinze mil anos, é pertencente ao Estado da Califórnia (já q ela fez o favor de desgrudar do Mexico e subir no mapa) e, graças a essa “locomoção” a regiao aumentou a temperatura ao longo dos milenios e isso fez com q suas grandes florestas de pinheiros se transformassem em desertos! E é aí que entra o Lewis Carroll nessa historia! Pq graças a essa mudança “rápida” de temperatura, mais a subida no nivel do mar (q transformou de fato Baja em uma peninsula), os animais e as plantas de Baja começaram a evoluir e se adaptar de formas bizarras! E uma dessas adaptações é de uma especie de cactus, Fouquieria columnaris, chamada pelo nome de Boojum! Boojum é um cactus bastante bizarrento, ele é todo contorcido e diferente de qualquer planta q eu ja vi! Quem conhece as obras de Lewis Carroll sabe que Boojum está em “The Hunting of the Snark” (A Caça ao Turpente). Um fato curioso é que The Hunting of the Snark surgiu exatamente com o Boojum! Lewis Carroll teve a ideia para o seu livro enquanto passeava, num dia de verão, quando surgiu na sua cabeça a frase: “The Snark was a Boojum, you see“, e a partir dessa frase ele criou sua obra. Se o Snark é um Boojum, sua vítima desaparece súbita e suavemente, e nunca mais é vista. Em Sylvie and Brunoo Boojum é mencionado numa curta passagem: “Once upon a time there was a Boojum -” the Professor began, but stopped suddenly. “I forget the rest of the Fable,” he said. “And there was a lesson to be learned from it. I’m afraid I forget that, too.”

Enfim, oq eu queria mostrar aqui é o cactus, porque eu achei mto legal darem pra ele o nome de Boojum, porque essa palavra foi criada por Carroll, e tb porque o cactus eh bizarro e legal!

p.s.: procurando pelo trecho em portugues d’A Caça ao Turpente (q, diga-se de passagem, eu nao encontrei) , acabei esbarrando nesse site: TURPENTE

Recriando a ilusão da vida

novembro 24, 2007 by

Sabe oq eu lembrei? Eu postei sobre o remake de Alice q a Disney vai fazer com o Tim Burton (aka post de baixo) e nele vai ser usado o tal do performance-capture imagery, q eu ateh expliquei mais ou menos oq eh… como vai ser em 3D, entao esse processo vai ser usado com ctz da msm maneira q foi feito com O Expresso Polar, com Casa Monstro, com Bewolf e outros…

Só que o performance-capture, apesar de ser uma tecnologia recente (pro 3D, obvio), é um processo usado ja ha mto tempo, inclusive pelos estudios da Disney! Aí é q vem o motivo desse post: eu lembrei que no dvd da Edição Especial de Alice no País das Maravilhas tem um documentário q conta cm q o desenho foi produzido, e nele aparece o bendito performance-capture imagery!!! Como eh q eu nao lembrei disso antes?! Aí procurei no youtube (pq meu pc nao captura imagem de dvd) e achei… o documentario tem 10 minutos e chama “Operation Wonderland”. Reparem como os animadores de Alice (fazendo a maior cara de bobos) “imitam” a atuação dos atores nas cenas. É recriar a ilusão da vida! Ou pelo menos eh oq Walt Disney quer q vc acredite… enfim, assista.

Burton no País das Maravilhas

novembro 19, 2007 by

Tim BurtonEu ja tinha me animado com o fato d q Marilyn Manson ta produzindo a sua versão d Phantasmagoria (apesar de q nao sou fã dele, mas ainda assim espero q esse seja um otimo filme), e agora to ainda mais animado pq a Disney quer Tim Burton pra fazer um novo Alice in Wonderland! ANIMAL! Eu ja fico imaginando o nonsense de Lewis Carroll com o “estilo Burton”!

O filme vai ser animação em 3D feita com performance-capture imagery, que eh um processo em que se filma atores com pontos sensiveis colados no corpo e no rosto e aí joga isso no computador e coloca o boneco 3D com oq foi filmado… o que significa que haverão atores… oops, acho q esse filme vai ter Depp em algum papel importante, alguem duvida?

Burton’s Alice in Wonderland (cm o filme ta sendo chamado)  começa a ser produzido em maio do ano que vem, e tenho ctz q vai ser mais um dakeles filmes q todo mundo conta os dias pro lançamento!

Resta esperar… talvez um cochicho no ouvido do Tempo e as horas, dias e meses se passem num piscar de olhos!

Betty in Blunderland

novembro 9, 2007 by

Entre umas conversas de TCC e outras estavamos, Flávio e eu conversando sobre Betty Boop. A mãe dele curte. Eu não. Nem a minha. Enfim…

MUITA gente faz muita coisa inspirada na nossa amiguinha Alice. Sempre tem uma nova: macabro, psicodélico, pornô, alucinógeno, bizarro, game, site, animação, músicas, livros (!), dobraduras, peça de teatro, filmes e por aí vai…

Inclusive nossa idéia… não mais idéia e sim conceito é fazer um site e transcrever nele a essência do conto para o meio hipermidiatico. A-hann.. ficou curioso, né? Mas isso eh assunto pra outro post.

Mas o que tem a ver Betty Boop com adaptações, Tia Mabs? Se vc eh um leitor esperto ja sabe que estamos falando de uma bizarrolhice bem bonitinha e velha.

Fuçando no YouTube achei esse video de 1934… é PB e tem 7 minutinhos!

Segundo WIKI, a pensadora:

“Betty cai no sono enquanto montava um quebra-cabeças de um Coelho Branco. Ela “acorda” em tempo de perseguir o Coelho Branco através do espelho para um País das Maravilhas moderno. Betty conhece a maioria dos habitantes tradicionais do País das Maravilhas e canta “How Do You Do” (no tom de “Everyone Says I Love You”) para eles. Quando o Jabberwocky sequestra Betty, todos vão ao seu resgate. Betty acorda de volta na sua sala de estar, em tempo de impedir que o Coelho Branco escape novamente do quebra-cabeças.”

Enfim… Adaptações… Alice..! éé… Nosso querido tema!

Alice e Psicodelia

novembro 6, 2007 by

Poster Disney 1974Seria difícil negar que os livros de Alice tiveram um tremendo impacto sobre a musica psicodélica e a cultura pop no fim dos anos 60. A mais conhecida é White Rabbit, da banda Jefferson Airplane, que figurou alguns dos momentos mais viajados dos livros de Carroll. Alice se tornou um ícone da geração de 60, comendo cogumelos que a faziam crescer (ou ficar alta!) e inocentemente beber líquidos desconhecidos de garrafas etiquetadas somente com Beba-Me.
The Annotated Alice, de Martin Gardner, buscou desvendar os significados das passagens e personagens de Carroll, e se tornou um bestseller. A BBC, em 1966, colocou ao ar um Alice in Wonderland dirigido por Jonathan Miller, com uma bela sítara tocada por Ravi Shankar (George Harrison aprendeu sítara com ele); ele tocou os aspectos desorientantes e incômodos da estória. A famosa versão de Walt Disney foi relançada nos cinemas em 1974 com um poster promocional que imitava os designs psicodélicos dos pôsteres de shows de Haight-Ashbury. John Lennon era um fã declarado de Carroll e seu maior tributo foi, talvez, I am the Walrus, entitulada através da história d’A Morsa e o Carpinteiro contada por Tweedledum e Tweedledee no capítulo 4 de Através do Espelho. Bandas desconhecidas de rock psicodélico, ansiosos por se infiltrar em algum tipo de referência à cultura das drogas para ganhar alguma legitimidade hippie às letras de suas músicas, inevitavelmente colocavam assuntos de Alice, normalmente para algum efeito impressionante, como nas músicas das bandas Frumious Bandersnatch e Boeing Duveen & the Beautiful Soup, ambas que se nomearam com versos carrollianos.

Clicando no link você faz o download de um “pacote especial” de musicas psicodélicas que tratam de Alice no tema. Claro que nao estão todas aí (eu tenho mais no meu pc) mas tem muuuita coisa boa! ALICE PSICODÉLICA <—- thx to Eletric Sailor

DOIS MIL HITS! EBA!!!

outubro 29, 2007 by

A gente já tinha visto que passamos de 2000 hits e queriamos agradecer muito q tds vcs continuam acessando o nosso blog, oq nos diz q, d uma forma ou d outra, o blog passa informação pra vcs, q eh oq a gente queria quando criou o Pela Toca do Coelho!

Poster

Aí eu fiquei pensando q devia postar algm coisa beem interessante, e eu ateh ja tinha umas ideias… mas aí uns empecilhos de TCC e uns shows de bandas internacionais acabaram atrasando o post e qdo eu vim aqui pra postar agradecendo vcs, eu abri o youtube e achei um video muito muito maravilhoso!!!

Talvez eu fique deslumbrado com as coisas q eu acho pq sou mto curioso, e pra quem passou uma infancia inteira soh conhecendo o desenho de Alice da Disney, encontrar varias outras produções eh fastasticante! Eh de boqueabrir o queixo!

Dessa vez, eh uma mistura de animação stop-motion com filme live-action. Live-action nao preciso explicar, é gente atuando mesmo… stop-motion eh uma tecnica bastante da velha em q vc move milimetricamente um objeto e fotografa, quadro a quadro, que quando passados de forma linear, dão a impressão de movimento a um objeto inanimado.

Enfim, o filme que eu to postando foi feito em 1950 e dirigido por Lou Bunin e se chama “Alice au Pays des Merveilles”, e é uma versão bastante criativa feita da estória de Alice, inclusive Lewis Carroll é um personagem do filme. Eu soube que essa versão levou anos pra ser vista nos Estados Unidos porque Walt Disney enviou cartas com ameaças a cinemas proibindo-os de comprar cópias desse filme pq iria coincidir com o lançamento do seu desenho animado, em 1951.

O vídeo q eu to postando tá obviamente editado, mas isso ateh certo ponto eh bom, pq da pra ver mais coisas em menos tempo. Assistam e divirtam-se:

Eu encontrei screenshots do filme, lá da pra ver bastante coisa, são três paginas lotadas de imagens! AQUI vai pra primeira pagina, entao larga de preguiça e vê algumas das imagens, vai!!!

Ilustração (bizarra?)

outubro 26, 2007 by

Cada um é cada um, e interpreta Alice do jeito que quiser…

Eu e a Mari távamos dando uma olhada na Novum Magazin q eh uma revista de design e eis q vemos umas figuras interessantes… óbvio q era coisa de Alice, pq chamou nossa atenção logo de cara!

É o trabalho de um alemão q chama Marco Wagner (nossa, isso nao parece nome de alemao)… e ele faz umas ilustrações beeem esquisitonas e inusitadas da estória de Alice no País das Maravilhas! Vale a pena dar uma checadeenha…

MARCOWAGNER  clique em BUCH e depois clique em ALICE IM WUNDERLANDAlice Im Wunderland

ou seja esperto e clique AQUI , mas a pagina vai abrir fora do lugar.. até aí.. nenhum problema at all

Modelos de Papel

outubro 24, 2007 by

Achei isso extremamente sem querer! Eu nem tava vendo Alice na internet! Foi um achado e tanto!

Montar os bichos de Alice no País das Maravilhas da Disney em papel! Pena que dos personagens principais só tem a Lagarta Azul, mas quem sabe um dia desses eles não criam os outros personagens, né?

Caterpillar

Enfim, o link pra fazer os downloads e imprimir está aqui: PAPERINSIDE

Lá tem os modelos em papel, as instruções de montagem e tal… Pelo que eu vi, não deve ser muito difícil de montar, eu ainda nao testei pq nao tenho impressora hahahaha mas deve ser um nivel médio, sei lá… imprimam e descubram! E dpois comentem suas experiencias, sei lá…