Archive for junho \22\UTC 2007

Resumo

junho 22, 2007

O presente trabalho discute algumas vertentes de sentidos encontrados no livro “Alice no País das Maravilhas” de Lewis Carroll, tendo como base análises desenvolvidas por estudiosos da obra, sendo posteriormente relacionadas em conjunto à estória de Carroll com o objetivo de demonstrar como e por que a hipermídia é a melhor forma para investigar todos esses aspectos e aprimorar o modo de percepção dos sentidos da narrativa.

—x—

Poisé.. esse é o resumo do nosso trabalho. Depois de 3 (sim, TRÊS) dias de revisão de texto, elaboração de layout, escolha de tipografias, paleta de cores, material, formato, ir na grafica, comprar material na kalunga e apanhar muuuito de uma segunda gráfica filha da mãe e ficar muuuito mais pobre do que o esperado (entenda 2 contas no vermelho… mas vermelho bem vivo, entende?), entregamos o nosso trabalhinho teórico AND fofo ontem. Em três partes: 9h ag ficou sabendo que teriam que ter mais TRÊS cópias em PB, corremos na gráfica, chegamos lá 10h, a maquina tava pifada, fomos na filial, eles ficaram ‘fazendo’ e ag ficou esperando ate 12h q eles viraram pra gente e falaram que nao ia dar. OBA! Onibus > Facul > Claudinha: Ok, entrega à tarde. Entregamos as 2 vias originais. Tecopy: só as 18h. Shopping: só as 15h. Enquanto imprime: Sanduíche do Homem Aranha (metade fez mal e a outra, mais mal ainda), Wii e Starbucks. Voltando na gráfica: coloca na ordem, refila, encaderna. Facul: entrega. 19h: falta mais uma cópia.. (OPA, mas nao eram TRÊS?) Eis que um membro sai de casa e pena novamente na gráfica e, sim, finalmente, as 22h36min, entregamos TODO nosso TCC! =)

Sim, suamos.

Sim, penamos.

Sim, comemos brigadeiro com café.

Sim, tomamos café com muito açúcar.

Sim, isso nos inspirou e nesse tempo ag fez as páginas mais piradas do trabalho.

Sim, ouvimos Killers, Libertines e Strokes mais do que o normal.

Sim, fomos dormir às 4h da manhã e acordar as 8h.

Sim, corremos.

Sim, perdemos o ônibus.

Sim, desmaiei!

Sim, entregamos! =D

Sim, gritei o nosso nome no estacionamento da faculdade pra desestressar!

Mas valeu a pena. o trabalho ficou a coisa mais linda que eu fiz na minha vida.

E provavelmente a coisa mais linda que os professores viram na vida deles.

Tsuper coloridão, tchananãs AND com conteúdo.

Compensou todo o esforço do semestre.

77 páginas de pura inspiração de Alice no País das Maravilhas.
E que venha o segundo semestre!

Quer mesmo ser designer?

junho 18, 2007

Vale a pena ler…


Só pra descontrair!

Jogue Alice

junho 13, 2007

Eu não sei c eu coloco útil ou inútil nas tags, pra falar a vdd depende bastante do ponto de vista hehehe…
Mas é o seguinte, tem Alice no País das Maravilhas nos videogames! Um dos jogos, pro PS2, eu acho, chama Kingdom Hearts e é sobre um menino que passa por um monte de histórias dos filmes animados da Disney, e isso inclui Alice, de 1951. Eu descobri que a fase Wonderland é a quarta do jogo, e eu não vi o video inteiro ainda, mas acho que deve passar todas as sequências animadas da fase, tipo conversas e tal…

E o outro jogo é pra computador, e apesar d eu ter ele aqui em casa, joguei soh uma vez e enjoei pq nao consegui passar da primeira fase hahahaha
O jogo chama American McGee’s Alice e é bem tenebrosa a parada. Eu lembro que logo no começo vc ganha uma faca e aí vc tira sangue das cartas de baralho (carta de baralho tem sangue?), e tipo a Alice tá num manicômio, não lembro… mas achei meio chato, d qq forma…

Bom, pra quem gosta de videogames, taí um prato cheio… o primeiro é rpg, e o segundo é andar e bater hahahahahaha

O Gato de Cheshire

junho 13, 2007

Eu fui obrigado a tirar o capítulo do TCC que falava sobre psicodelia, porque não consegui “convencer” o prof de que as aventuras de Alice é uma historia psicodelica, apesar de eu ter ctz de que é! Eu fiquei bastante chateado (leia puto) pq era um capitulo de quase vinte paginas, bem escrito diga-se de passagem, mas como o professor nao quis aceitar que os acontecimentos de Alice podem ser comparados à experiencias psicodélicas (nem pense em associar isso à drogas), então eu decidi que devia mostrar isso de alguma forma… e vou (e a Má vai comigo)!
Enquanto isso, fica um trecho do desenho do Walt Disney, qdo a menina encontra o Gato de Cheshire. É um dos meus momentos favoritos no filme!

O vídeo tá com o som ridiculamente baixo, e por isso eu pretendo capturar o trecho do dvd e colocar no youtube e aí postar aqui de novo… o q seria bastante bom. E só. Enjoy.

Sente a piração!!!

junho 11, 2007

Já que o nosso TCC pretende (e nosso futuro depende disto) mostrar o pq a hipermídia eh o melhor meio pra entender Alice, a gente com certeza vai ter q unir o Tico e o Teco e pensar muito como fazer isso! Eaí a gente ficou sabendo desse site que faz uma experiência interessante (interessante significa chata, entediante e desanimada) com o livro da Alice.
Acontece mais ou menos assim:
Uma linha laranja “lê” o livro, tipo ela vai passeando, palavra por palavra, frase por frase do livro (LEVA UM BILHÃO DE ANOS PRA LER UMA FRASE!!!). O círculo grandão maior tem o livro inteiro (!!!) escrito, no sentido horário, começando as 12h. Cada um dos risquinhos é na verdade uma frase do livro.
Jogadas no centro do círculo estão todas (cada uma delas, acredite) as palavras escritas no livro, e é por onde a linha laranja fica “passeando”.
No círculo de dentro estão todas as palavras do livro que aparecem escritas mais do que uma vez, e elas ficam posicionadas mais ou menos perto de onde elas aparecem escritas. Por exemplo, Caterpillar vai estar mais ou menos no começo do círculo, lá pelas 4 horas eu acho… =P
Clicando la em cima da tela, em Concordance, o programa mostra todas as vezes que uma palavra foi usada no livro. Eu cliquei em Alice e tirei o print, q é essa doidera lá em cima…
Se vc quiser mesmo ver isso ao vivo, boa sorte: TEXTARC

Era uma vez…

junho 11, 2007

O livro foi escrito por Lewis Carrol (pseudônimo de Charles Lutwidge Dodgson), que estava fazendo um passeio de barco no rio Tâmisa com Alice Liddell e suas irmãs, em 1862. Lá ele começou a contar uma história que deu origem à atual. A Alice do mundo real pediu-lhe que escrevesse o conto para ela. Dodgson atendeu ao pedido e em 1864 deu-a de aniversário um manuscrito chamado Alice’s Adventures Underground, ou As Aventuras de Alice Embaixo da Terra. Mostrou-o também a um amigo seu de nome MacDonald, que lhe convenceu a publicar o livro. Dodgson mudou a versão original, aumentando de 18.000 palavras para 35.000, notavelmente acrescentando as cenas do gato de Cheshire e do Chapeleiro Louco. (Foi assim que surgiu… interessante, né!)

Das Antigas

junho 10, 2007

TCC! Boa! Aqui tem um filme bem legalzinho (pra 1903), de Alice no País das Maravilhas. Era o mais cumprido da época, gravado ao ar livre e com ótemas atuações, conta a história melhor do que o filme da Disney (que mistura com o segundo volume Through the Looking Glass), mas só conta a história.

“Qual é a de vocês?”
Na peça final, nós iremos trabalhar a história de Alice de forma multimidiática, usando textos, sons, imagens, videos, mostrando a nossa versão do livro de Carroll.
óóóó!

“Mas o que esse filme tá fazendo aqui?”
Pra fazer a peça final, nós usaremos algumas referências de coisas que foram criadas a partir da história de Alice, como, por exemplo, esse filme, feito em 1903, que aqui está sendo comentado pelo carinha da BBC.

“E o que ag faz agora?”
Ah, curte o filme… dá pra rir um pouquinho tbm! ;D

Capítulo Primeiro

junho 10, 2007

Pela Toca do Coelho: Análise e Transcrição de Alice no País das Maravilhas para o Meio Hipermidiático

Esse TCC (Trabalho de Conclusão de Curso, amadores…) trata sobre As Aventuras de Alice no País das Maravilhas, do inglês doidão Lewis Carroll. E nós tratamos de buscar um monte de informações que estão “subliminadas” (entenda subliminadas porque leitores leigos não captam essas informações).
Pra daí então a gente mostrar, usando a hipermídia (exigências do curso, fazer oq…), todas essas informações e o quão mais legal elas fazem o livro!
Aí vai ficar todo mundo discutindo um monte de coisas e quebrando a cabeça pra desvendar mais mistérios do livro. É uma loucura total!