Archive for the ‘Nostalgia’ Category

Betty in Blunderland

novembro 9, 2007

Entre umas conversas de TCC e outras estavamos, Flávio e eu conversando sobre Betty Boop. A mãe dele curte. Eu não. Nem a minha. Enfim…

MUITA gente faz muita coisa inspirada na nossa amiguinha Alice. Sempre tem uma nova: macabro, psicodélico, pornô, alucinógeno, bizarro, game, site, animação, músicas, livros (!), dobraduras, peça de teatro, filmes e por aí vai…

Inclusive nossa idéia… não mais idéia e sim conceito é fazer um site e transcrever nele a essência do conto para o meio hipermidiatico. A-hann.. ficou curioso, né? Mas isso eh assunto pra outro post.

Mas o que tem a ver Betty Boop com adaptações, Tia Mabs? Se vc eh um leitor esperto ja sabe que estamos falando de uma bizarrolhice bem bonitinha e velha.

Fuçando no YouTube achei esse video de 1934… é PB e tem 7 minutinhos!

Segundo WIKI, a pensadora:

“Betty cai no sono enquanto montava um quebra-cabeças de um Coelho Branco. Ela “acorda” em tempo de perseguir o Coelho Branco através do espelho para um País das Maravilhas moderno. Betty conhece a maioria dos habitantes tradicionais do País das Maravilhas e canta “How Do You Do” (no tom de “Everyone Says I Love You”) para eles. Quando o Jabberwocky sequestra Betty, todos vão ao seu resgate. Betty acorda de volta na sua sala de estar, em tempo de impedir que o Coelho Branco escape novamente do quebra-cabeças.”

Enfim… Adaptações… Alice..! éé… Nosso querido tema!

Alice e Psicodelia

novembro 6, 2007

Poster Disney 1974Seria difícil negar que os livros de Alice tiveram um tremendo impacto sobre a musica psicodélica e a cultura pop no fim dos anos 60. A mais conhecida é White Rabbit, da banda Jefferson Airplane, que figurou alguns dos momentos mais viajados dos livros de Carroll. Alice se tornou um ícone da geração de 60, comendo cogumelos que a faziam crescer (ou ficar alta!) e inocentemente beber líquidos desconhecidos de garrafas etiquetadas somente com Beba-Me.
The Annotated Alice, de Martin Gardner, buscou desvendar os significados das passagens e personagens de Carroll, e se tornou um bestseller. A BBC, em 1966, colocou ao ar um Alice in Wonderland dirigido por Jonathan Miller, com uma bela sítara tocada por Ravi Shankar (George Harrison aprendeu sítara com ele); ele tocou os aspectos desorientantes e incômodos da estória. A famosa versão de Walt Disney foi relançada nos cinemas em 1974 com um poster promocional que imitava os designs psicodélicos dos pôsteres de shows de Haight-Ashbury. John Lennon era um fã declarado de Carroll e seu maior tributo foi, talvez, I am the Walrus, entitulada através da história d’A Morsa e o Carpinteiro contada por Tweedledum e Tweedledee no capítulo 4 de Através do Espelho. Bandas desconhecidas de rock psicodélico, ansiosos por se infiltrar em algum tipo de referência à cultura das drogas para ganhar alguma legitimidade hippie às letras de suas músicas, inevitavelmente colocavam assuntos de Alice, normalmente para algum efeito impressionante, como nas músicas das bandas Frumious Bandersnatch e Boeing Duveen & the Beautiful Soup, ambas que se nomearam com versos carrollianos.

Clicando no link você faz o download de um “pacote especial” de musicas psicodélicas que tratam de Alice no tema. Claro que nao estão todas aí (eu tenho mais no meu pc) mas tem muuuita coisa boa! ALICE PSICODÉLICA <—- thx to Eletric Sailor

Quer mesmo ser designer?

junho 18, 2007

Vale a pena ler…


Só pra descontrair!

O Gato de Cheshire

junho 13, 2007

Eu fui obrigado a tirar o capítulo do TCC que falava sobre psicodelia, porque não consegui “convencer” o prof de que as aventuras de Alice é uma historia psicodelica, apesar de eu ter ctz de que é! Eu fiquei bastante chateado (leia puto) pq era um capitulo de quase vinte paginas, bem escrito diga-se de passagem, mas como o professor nao quis aceitar que os acontecimentos de Alice podem ser comparados à experiencias psicodélicas (nem pense em associar isso à drogas), então eu decidi que devia mostrar isso de alguma forma… e vou (e a Má vai comigo)!
Enquanto isso, fica um trecho do desenho do Walt Disney, qdo a menina encontra o Gato de Cheshire. É um dos meus momentos favoritos no filme!

O vídeo tá com o som ridiculamente baixo, e por isso eu pretendo capturar o trecho do dvd e colocar no youtube e aí postar aqui de novo… o q seria bastante bom. E só. Enjoy.

Das Antigas

junho 10, 2007

TCC! Boa! Aqui tem um filme bem legalzinho (pra 1903), de Alice no País das Maravilhas. Era o mais cumprido da época, gravado ao ar livre e com ótemas atuações, conta a história melhor do que o filme da Disney (que mistura com o segundo volume Through the Looking Glass), mas só conta a história.

“Qual é a de vocês?”
Na peça final, nós iremos trabalhar a história de Alice de forma multimidiática, usando textos, sons, imagens, videos, mostrando a nossa versão do livro de Carroll.
óóóó!

“Mas o que esse filme tá fazendo aqui?”
Pra fazer a peça final, nós usaremos algumas referências de coisas que foram criadas a partir da história de Alice, como, por exemplo, esse filme, feito em 1903, que aqui está sendo comentado pelo carinha da BBC.

“E o que ag faz agora?”
Ah, curte o filme… dá pra rir um pouquinho tbm! ;D